Na unidade da Pró Homem em Maringá, a reposição hormonal masculina só é indicada quando sintomas e exames confirmam a falta de testosterona. O caminho começa com uma consulta, que pode ser por telemedicina, segue com exames e avaliação presencial na unidade e continua com acompanhamento periódico. O agendamento é reservado pelo WhatsApp (44) 9 9100-8181.
O que costuma levar um homem a investigar a testosterona
Raramente o paciente chega dizendo "acho que meu hormônio está baixo". Ele chega cansado, conta que o desejo sexual sumiu, que a ereção matinal ficou rara, que ganhou barriga sem mudar a alimentação, que anda irritado e sem disposição para o que antes gostava.
Esses sinais podem ter relação com a testosterona baixa, mas também com sono ruim, estresse, depressão, tireoide, álcool ou remédios. Nenhum sintoma, sozinho, autoriza começar hormônio; ele autoriza investigar. O artigo sobre testosterona baixa explica os sintomas com mais detalhe.
Quais exames entram na investigação
A base é a dosagem de testosterona total e, em muitos casos, da testosterona livre (a fração que o corpo consegue usar de fato). Como o nível do hormônio varia ao longo do dia, a coleta costuma ser feita pela manhã, e um resultado baixo geralmente é repetido para confirmar.
Conforme o caso, o médico pode pedir também:
- SHBG, a proteína que transporta a testosterona no sangue e muda a interpretação do resultado;
- LH e FSH, hormônios produzidos no cérebro que mostram se o problema está nos testículos ou no comando central;
- prolactina, hemograma, glicemia, perfil de colesterol e função da tireoide;
- PSA, um marcador da próstata, quando a idade e o quadro indicam.
A leitura desses números depende do laboratório, da idade e do contexto clínico, então não compare seu resultado com tabela da internet. Se quiser entender o preparo e o que cada dosagem mede, veja o artigo sobre o exame de testosterona.
Por que só repõe quem tem deficiência confirmada
O diagnóstico de hipogonadismo (quando o corpo produz menos testosterona do que precisa) exige duas coisas juntas: sintomas compatíveis e exames que confirmem a deficiência. A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) reforça esse critério e se posiciona contra o uso de testosterona sem diagnóstico.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) foi além: em resolução de 2023, vedou a prescrição de hormônios androgênicos com finalidade estética, de ganho de massa muscular ou de melhora de desempenho esportivo. Ou seja, reposição é tratamento de uma deficiência, não atalho para academia nem para rejuvenescer.
O risco de usar hormônio por conta própria
Quem começa testosterona sem médico pula a parte que protege a saúde: os exames de controle. Alguns riscos conhecidos:
- Queda da fertilidade: a testosterona de fora sinaliza ao corpo que ele pode parar de produzir a sua, e a produção de espermatozoides pode cair. Para quem ainda quer ter filhos, isso muda a conversa.
- Sangue mais espesso (aumento do hematócrito), que exige monitoramento.
- Acne, retenção de líquido, aumento das mamas e alteração do colesterol.
- Mascarar a causa real do sintoma, que segue sem tratamento.
As vias de reposição e o implante hormonal
Quando a deficiência é confirmada, existem diferentes formas de repor o hormônio, como gel aplicado na pele, injeções e o implante hormonal. O implante é um pequeno dispositivo colocado sob a pele em procedimento simples, que libera o hormônio de forma gradual. É uma das vias possíveis quando o médico considera adequado, não a escolha padrão para todos. Saiba mais no artigo sobre o implante hormonal masculino.
A escolha da via, a dose e a frequência são decisões médicas individuais, revistas ao longo do acompanhamento. A disponibilidade de cada via pode variar por unidade: a equipe confirma no agendamento se o protocolo indicado é feito em Maringá.
Como é o acompanhamento na unidade de Maringá
O médico responsável pela unidade é o Dr. Marcello Henrique, CRM PR 55852, dedicado à saúde sexual masculina. A primeira consulta pode ser por telemedicina, para levantar sintomas e já orientar os exames. A etapa presencial, obrigatória, acontece na R. Princesa Isabel, 138, sala 193, Maringá, PR, com exame físico e definição do plano. Depois, a reposição segue com consultas de retorno e exames periódicos para ajustar o tratamento.
O agendamento é reservado e o atendimento é individual, protegido pelo sigilo médico. Muitos pacientes vêm de Sarandi, Paiçandu, Marialva, Mandaguaçu e Mandaguari; se for o seu caso, traga exames hormonais anteriores.
Perguntas frequentes
Sim. Você pode começar por telemedicina e vir à unidade para a etapa presencial e os retornos que o médico indicar. Muitos pacientes da região fazem assim.
Traga o resultado. O médico avalia horário da coleta, data e contexto e diz se ele serve ou se é preciso repetir.
Não. A telemedicina pode ser a porta de entrada, mas o exame físico presencial e o acompanhamento na unidade fazem parte do tratamento.
Depende da causa da deficiência. Em alguns casos ela pode ser corrigida; em outros, o tratamento é mais longo. O médico discute isso com você a partir do diagnóstico.
Fale disso logo na primeira consulta. Como a testosterona pode reduzir a produção de espermatozoides, o plano precisa considerar esse desejo desde o início.
Agende sua avaliação em Maringá
Cansaço e falta de desejo não precisam ser aceitos como normais. Chame a equipe pelo WhatsApp (44) 9 9100-8181 e marque sua avaliação.
Endereço: R. Princesa Isabel, 138, sala 193, Maringá, PR.
Veja a página da unidade da Pró Homem em Maringá e conheça o tratamento de reposição hormonal masculina.
Revisão médica: Revisado por Dr. Andrei Oliveira, CRM PR 53133. Médico responsável pela unidade de Maringá: Dr. Marcello Henrique, CRM PR 55852 Publicado em: 30 de agosto de 2026 · Última revisão: outubro de 2026
